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Ressalta bem a inabilidade que reina no PSD de Vagos
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Ressalta bem a inabilidade que reina no PSD de Vagos: 1 - Como pode a Câmara querer melhorar a eficiência e eficácia dos serviços se começa logo por atacar os seus funcionários, desmotivando-os? Isto contraria os princípios mais básicos da gestão de RH! Suspeito que este é mais um modelo que “já nasce torto” e que não trará resultados satisfatórios. 2 - A apreciação feita pelo Sr. Vice-presidente aos serviços por si orientados – esse “mau funcionamento” existente - é na verdade um atestado de incompetência passado pelo executivo PSD ao seu próprio trabalho. Uma bela observação ao modelo de gestão tomado em 2001 pelo Dr. Rui Cruz! Mas o grave problema está na factível ilegalidade de omitir conscientemente uma parte da nota introdutória, apresentando para publicação em DR uma diferente da que foi aprovada na AM! – E agora: que credibilidade merece este PSD? In jornal O Ponto_ Fev09
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13/2/2009
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Foi aprovado o plano estratégico de intervenção, requalificação e valorização da Ria de Aveiro – Polis da Ria.
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Foi aprovado o plano estratégico de intervenção, requalificação e valorização da Ria de Aveiro – Polis da Ria. Em que aspecto poderá beneficiar o desenvolvimento do concelho de Vagos? O CDS de Vagos valoriza a criação de um plano que defende a Ria e espera que este tenha uma aplicação rápida e concreta. Poucas certezas existem ainda sobre o exercício prático do Polis para a Ria e que benefícios reais irão surgir. A criação de um Gabinete de Gestão Integrada da Ria de Aveiro não implica obrigatoriamente a aplicação de uma política de gestão para a própria Ria. È que o poder político valoriza demais a criação de entidades gestoras, como se isso fosse o objectivo central, esquecendo-se na maior parte dos casos de analisar os resultados concretos da sua actividade. Sabe-se que o Polis da Ria pretende realizar diversas intervenções a longo prazo, acções seriamente necessárias como a requalificação dos canais e melhoramento de margens, assim como o desassoreamento. Esperamos obviamente que Vagos seja beneficiada. É que da boa vontade de um plano à realização de trabalho no terreno vai uma grande distância…basta olhar para trás para constatar que foram criadas várias entidades para a gestão integrada da Ria e ver qual foi o seu trabalho efectivo no terreno! In O Ponto Nov. 2008
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13/2/2009
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Sobre o adiamento da reunião de câmara como estratégia:
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Julgamos que a decisão tomada é a mais correcta tendo em conta o ganho de tempo e portanto de eficácia no desenvolvimento dos processos pendentes. Chamamos a atenção para os seguintes factos: -estes processos são desenvolvidos pelos serviços da Administração Central e Local com morosidade excessiva que compete ao poder político combater e muitas vezes não o faz. Veja-se a alteração ao PDM de Vagos que anda há doze anos para ser aprovada! -os motivos da alteração simplificada e nomeadamente a ligação da Z.I. Vagos à A25 a norte referimos que ela já não está prevista no PDM em revisão. Assim perguntamos porque é que essa alteração não foi planeada com mais tempo e obriga agora a estes expedientes? -independentemente da estratégia de ligação da Z.I. Vagos à rede viária nacional não concordamos que o acesso norte ligue na Estrada dos Cardais, como previsto no PDM em revisão, pois penaliza o acesso do tráfego que vem do norte e da Z. Portuária para a Z.I. Vagos prejudicando o seu desenvolvimento. In jornal O Ponto
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Considera que tem havido rigor e seriedade nas obras municipais?
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Relativamente às poucas obras executadas por este executivo nos últimos sete anos, estas têm sido feitas sem grande rigor técnico. Acresce a este facto a falta de respeito pela propriedade privada, pela comodidade e segurança das pessoas e seus bens. Este executivo ao não dar continuidade às obras em execução quando tomou posse, nomeadamente o Estádio e a Piscina Municipal, provou não ter seriedade relativamente aos compromissos assumidos. Tanto mais que a Câmara dispunha na altura de mecanismos financeiros para fazer face à continuidade das obras. A falta de seriedade mantém-se tal como prova a ausência de uma qualquer obra estruturante de interesse colectivo, em detrimento de obras influenciadas por grupos de pessoas ou instituições ligados ao poder executivo. In Jornal da Bairrada
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Sobre a prescrição do crime de corrupção activa do ex-autarca do PSD, João Rocha
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O facto de "prescrever", apenas indica que o tribunal não teve tempo para provar a culpabilidade, ou não, de João Rocha. Assim e agora, presume-se perante a justiça como sendo "inocente", embora não tenha sido esse o entendimento anterior do tribunal. Se era ou não culpado, nunca o saberemos, ficando hoje o processo "João Rocha" numa situação tipo... "fora do prazo". É pena que neste país nada seja conclusivo, definitivo, com um fim. Passamos os dias com a sensação que a justiça não funciona, que muito alegados crimes nunca acabam por ser devidamente investigados, julgados e finalmente punidos. O Estado Português sofre de um défice de responsabilidade muito maior do que o seu défice financeiro, e o português comum não se preocupa com isso. É péssimo quando consideramos tudo isto"normal"... In Jornal da Bairrada
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Agricultura
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A agricultura em Vagos não difere do panorama nacional. Acredito na criação de uma Associação Agrícola Vaguense – em vez do modelo desactualizado das cooperativas - que assegure a compra e venda dos produtos locais, tornando-se parceiro da Câmara (criando um pelouro municipal para o sector), para gerir influências ao nível governamental, subsídios, acesso a equipamentos, entre outros. Defendo novamente a ideia de criar um “Mercado Rural Local” como forma de escoamento de produtos agrícolas, diminuindo assim o número de intermediários existentes – isto possibilita ao produtor a venda a um preço maior e ao consumidor a compra a um preço mais barato.
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Pesca
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Concorda com os protestos que, nos últimos dias, têm sido efectuados pelos agricultores e pescadores no concelho de Vagos? Claro. Com um Governo cego é urgente apelar à autarquia para que proteja os seus agricultores. A solução pode passar pela criação dum pelouro municipal para o sector, para gerir influência junto do Ministério, na atribuição de subsídios, melhorias de estradas e acesso a equipamentos. Criar mensalmente um Mercado Rural Local como forma de escoamento de produtos agrícolas, onde a autarquia patrocine certos produtos concelhios. Para já, quanto à batata, a concessão de um subsídio de alguns cêntimos por Kg, como complemento ao preço oferecido para a compra e como forma de cobrir despesas de transporte, parece ser a resposta correcta. É inaceitável que os preços finais subam, e os intermediários ofereçam cada vez menos ao produtor.
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TURISMO
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“Infelizmente, renegamos as capacidades turísticas do concelho, resumindo-a à época balnear. Erguer Vagos enquanto destino turístico exige eventos turísticos regulares (anuais) e de qualidade. Este ano constatou-se (novamente) que poucos foram os que contribuíram para a atracção de turistas – eventos muito regionais e sem sentido estratégico. E mais: as sucessivas privações de iluminação na Marginal da Praia da Vagueira em plena época balnear em nada beneficiam o Concelho. Acresce ainda a necessidade de Vagos resolver diversas questões básicas de água e lixo. Isto porque não existe uma estrutura de gestão orientada para o turismo: falta Pelouro exclusivo, Plano de Desenvolvimento e uma Agência de Desenvolvimento do Turismo. A promoção do concelho tem de ser efectuada no exterior, procurando mercados próximos como o centro interior de Espanha, feito junto de hotéis, agentes de viagens e operadores turísticos estrangeiros. Hoje a imprensa especializada faz pouca ou nenhuma referência a Vagos, o que nos torna extremamente dependentes do promotor do “passa-a-palavra”. Ao nível da imprensa internacional nem sequer existimos… Portugal é o 16º destino mais procurado no mundo - cerca de 27 milhões de turistas estrangeiros. Quantos foram “convidados” a visitar Vagos? A falta de ambição turística traz sempre a semente do atraso e da pobreza. Vagos tem de aprender a antecipar-se e não a arrastar-se no que diz respeito ao mercado turístico. Para quando coragem e inovação?” Mendonça Ramos
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PRENDA DE NATAL
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“O Presidente da Câmara Municipal é naturalmente o adversário político da oposição e nada mais genuíno do que oferecer-lhe um presente de Natal. Se politicamente existem discordâncias naturais, tal não deverá acontecer no plano pessoal, onde o respeito pela integridade moral deve imperar. Diz um certo provérbio que se duas pessoas ao cruzarem-se trocarem um pão, cada um continuará apenas com um pão; mas que se trocarem entre eles uma ideia, um saber, então cada um seguirá com duas ideias. Nesta lógica e por cortesia, ofereço ao Sr. Presidente da Câmara a sugestão de leitura do livro “A Autonomia Financeira das Autarquias Locais” de José Casalta Nabais. Aqui são analisados os actuais meios de financiamento, os poderes de tutela do Governo sobre as finanças locais, alertando para o problema da autonomia das autarquias, no quadro de um Estado que, paradoxalmente, se apresenta afectado por «anorexia» económica e por «obesidade» financeira. Estou certo de que vai gostar. Como Presidente do CDS-VAGOS, a segunda maior força política do concelho, desejo um Santo Natal a todos os Munícipes.” Mendonça Ramos
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