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 O CDS de Vagos convida todos os seus militantes e simpatizantes a estarem presentes na apresentação do "Vagos Primeiro", a candidatura que irá concorrer às próximas eleições Autárquicas de 11 de Outubro de 2009. A sessão decorrerá este Domingo no CER, pelas 21 horas, onde será apresentado o candidato à Câmara Municipal de Vagos. É de importância universal que todos os militantes reconheçam este projecto, contando assim com a vossa presença, ao qual considero indispensável. Saudações Democratas-cristãs,
Mendonça Ramos
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3/7/2009
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CDS QUER SER "BOM GOVERNO" DAQUI A MESES
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O deputado do CDS-PP Nuno Melo afirmou esta quarta-feira que daqui a alguns meses o CDS-PP quer ser a “alternativa e bom governo”, no encerramento do debate da moção de censura ao executivo PS. “Hoje somos oposição a este Governo e a esta maioria. Daqui a meses, queremos ser alternativa e queremos ser bom governo, declarou Nuno Melo, eleito deputado ao Parlamento Europeu a 7 de Junho. Nuno Melo recuperou as razões apresentadas pelo CDS-PP para apresentar uma moção de censura ao Governo, considerando “normal em democracia, formalizar no Parlamento a censura que Portugal expressou nas urnas”. As europeias, disse, foram “umas primárias para o que se vai seguir” e, na altura de os portugueses escolherem “a próxima composição da Assembleia da República, o CDS lá estará a mostrar por que razão é um partido fundador da democracia, tem doutrina, mostra trabalho e representa a direita democrática que mais ninguém significa”. O deputado criticou a atitude do primeiro-ministro no debate, afirmando que “não é normal que o Governo tenha sido julgado pelos eleitores e queira julgar agora os adversários”. O deputado argumentou que a censura do CDS-PP é a censura dos agricultores ao ministro do sector Jaime Silva, “que ao fim de quatro anos consegue o mérito de ter todos contra si”, daqueles que “recorrem aos tribunais e percebem tudo pior” ou dos empresários com dificuldades. Nuno Melo insistiu na ideia de que "o problema do primeiro-ministro não é de estilo mas das políticas", frisando que José Sócrates "trará um novo estilo" enquanto que o CDS "trará novas políticas". (CDS com Público.pt)
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3/7/2009
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Recentes irregularidades levam à perda de confiança no PSD de Vagos
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Comunicado da Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Vagos Os recentes episódios que ligam o PSD de Vagos a irregularidades não podem passar indiferentes a uma análise nossa. No momento em que tanto a Câmara como a Assembleia Municipal se vêem maculadas por irregularidade e má fé na acção desenvolvida pelo PSD local, cabe à Comissão Política do CDS de Vagos, no seu diligente exercício de oposição, informar os Vaguenses sobre: 1- Armazém da Freguesia de Stº António ilegal: A Câmara Municipal de Vagos demandou à assembleia uma declaração de interesse público de terrenos para legalizar uma construção ilegal efectuada pela Junta de Freguesia de Santo António, violando gravemente o PDM. Apenas a bancada do CDS-PP se manifestou contra esta ilegalidade. O grupo municipal do PSD de Vagos aprovou inconsequentemente este procedimento que reveste de má fé a sua acção. Se a Câmara deve ser "uma pessoa de bem", que raio de exemplo dá agora aos seus munícipes? E que exigência lhes poderá fazer, se este facto produz assim um precedente? 2- Alteração de documento aprovado em sede da Assembleia Municipal: O executivo do PSD enviou para publicação em Diário da República um regulamento que apresenta uma redacção alterada do documento apresentado na Assembleia Municipal aos seus deputados. Advém ainda o facto de a Mesa de Assembleia (composta por elementos do PSD) ter assinado um documento diferente daquele que foi apresentado aos deputados municipais para aprovação! Ora isto é da maior irresponsabilidade e configura uma irregularidade no mínimo! É uma séria evasão à Lei e uma falta de respeito para com um órgão autónomo e soberano que é a Assembleia Municipal - o órgão deliberativo por imposição, único com poderes para fazer aprovar qualquer regulamento. E abre-se a questão: existirão outras situações anteriores? Poderá ser este procedimento uma prática corrente na gestão camarária do PSD? A verdade é que agora ressaltam as dúvidas. Cabe ainda ao grupo municipal do PSD pronunciar-se com acrescida responsabilidade pública sobre esta acção da Mesa e do executivo PSD na Câmara Municipal de Vagos. Esperemos que não aprovem outra irregularidade, tornando-se cúmplices (novamente) sem consciência da gravidade particular que lhes pode ser incutida. Estes acontecimentos infelizes apenas servem para degradar a imagem pública e fomentar a perda de confiança no poder político instalado, responsabilizando gravemente o PSD de Vagos. Por esta razão, o CDS de Vagos lamenta a acção do PSD, exigindo o esclarecimento público sobre os factos registados, reportando mesmo a observação a entidades superiores, combatendo desta forma aquilo que entende ser um aproveitamento político grave, representativo de uma forma reprovável de estar na política e de quem não "olha a meios para atingir os fins". Acresce a gravidade do normal exercício dos órgãos autárquicos municipais ter sido colocada em causa, duvidando-se agora da sua legitimidade e integridade na continuidade do seu trabalho. Quebrou-se assim, a confiança política no PSD de Vagos.
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13/2/2009
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Em oposição à falta de seriedade do PSD
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COMUNICADO DO GRUPO MUNICIPAL DO CDS-PP DE VAGOS Face às recentes notícias que têm surgido na comunicação social, o grupo municipal do CDS-PP não pode ficar indiferente às afirmações gratuitas que deturpam completamente as posturas assumidas na Assembleia Municipal pelo nosso grupo. Assim, e contrariamente à bancada do PSD que vota incondicionalmente a favor das posições da Câmara (mesmo que as decisões tenham por base ilegalidades cometidas ou firam claramente os interesses do município), o grupo do CDS-PP tem votado responsavelmente em função daquilo que entende ser de interesse para o município. Senão vejamos alguns exemplos das últimas reuniões: - Em Junho de 2008 a mesa da assembleia enviou para os deputados um protocolo a estabelecer entre a Câmara Municipal e o NEVA para ser discutido e votado. No decorrer da Assembleia Municipal esse protocolo foi retirado e a bancada do PSD tentou pressionar os restantes elementos da assembleia para votar um outro protocolo que o NEVA teria enviado à Câmara e que nunca chegou a ir à reunião de Câmara nem era do conhecimento dos membros da assembleia. Este ponto acabaria por ser adiado por proposta do grupo municipal do CDS-PP. - Em Setembro, a Câmara levou à assembleia uma proposta de Regulamento de Distribuição de Água, cuja grande alteração é o desaparecimento do Anexo II que apresentava os custos inerentes ao consumo da água, passando a Câmara a ter liberdade de alterar estes valores a seu belo prazer. Este ponto acabaria por ser aprovado apenas com os votos contra da bancada do CDS-PP, por considerarmos fundamental a inclusão dos preços da água e restantes taxas no regulamento. - Em Dezembro, a Câmara leva à assembleia uma declaração de interesse público de terrenos para legalizar uma construção ilegal efectuada pela Junta de Freguesia de Santo António, violando gravemente o PDM. Apenas a bancada do CDS-PP se manifestou contra esta ilegalidade. - Para terminar, e na sequência da mentira e da gratuitidade, a Assembleia Municipal, em Setembro, aprovou o Regulamento Interno dos Serviços Municipais e, em Dezembro, rectificou-o. No entanto, o documento que foi enviado para publicação em Diário da República não corresponde ao que foi aprovado na Assembleia Municipal, o que é uma grave irregularidade. Cabe ao órgão deliberativo a aprovação do documento final e, apesar deste facto ser do conhecimento público, a Mesa da Assembleia (constituída por elementos do PSD) permanece em silêncio numa atitude de cumplicidade com a Câmara Municipal. Contudo, como o que nos move não é a oposição gratuita, procurámos assumir uma atitude séria e construtiva, apresentando inclusivamente propostas e votando favoravelmente sempre que entendemos que o que nos era apresentado vinha na defesa dos interesses e desenvolvimento do Concelho de Vagos. Como pode o Dr. Rui Cruz afirmar que o "PSD é simultaneamente poder e oposição" se nunca houve neste mandato nenhuma situação em que o grupo municipal do PSD tivesse votado contra as propostas do executivo?! A afirmação atrás citada não passa de um devaneio propagandístico. A verdade é que a maioria PSD na Assembleia Municipal esquece que a mesma deve assumir um papel fiscalizador dos actos da Câmara e todavia tem dado cobertura a todas as irregularidades! O GRUPO MUNICIPAL DO CDS-PP de VAGOS
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13/2/2009
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Entrevista do Presidente da Comissão Política do CDS de Vagos, Mendonça Ramos, ao Diário de Aveiro
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"Está na altura de impor uma política de trabalho e verdade e acabar de vez com a política da promessa nunca realizada" "uma oposição de ovelhas dá sempre origem a um executivo de lobos" - O CDS foi poder em Vagos durante vários anos. Acha possível recuperar a maioria já nas próximas eleições autárquicas? O nosso objectivo é apresentar uma candidatura que seja uma alternativa séria ao actual executivo. O próximo embate eleitoral não vai ser fácil para o PSD, nem para o CDS e nós queremos ganhar. Sei que se continuarmos a crescer e completarmos o trabalho que temos vindo a fazer, sabendo que o actual executivo tem perdido a credibilidade e a confiança da população, conseguiremos ganhar e devolver o município à população e restabelecer o indispensável equilíbrio democrático. [ler mais]
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13/2/2009
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O CDS DE VAGOS DENUNCIA AS SUAS DÚVIDAS SOBRE AS CONDIÇÕES DE VENDA DOS ARMAZÉNS MUNICIPAIS
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O CDS de Vagos considera que o processo de venda dos armazéns municipais apenas com base no Plano de Urbanização não é a forma mais correcta de o fazer.
Para os Democratas - Cristãos, tal condição deixa ao comprador a liberdade de definir o que pretende para aquela zona no âmbito do referido Plano de Urbanização. A Comissão Política do CDS de Vagos, esclarece que o plano de urbanização existente só define índices máximos o que não permite saber o que o adquirente vai fazer. Se não houver um estudo de urbanístico, que defina com algum rigor as áreas de construção e tenha em conta a envolvente em termos de ordenamento, então estaremos a passar um cheque em branco ao adquirente. "Não concordamos que a venda seja efectuada só com base no Plano de Urbanização e sem que a Câmara Municipal faça um estudo urbanístico para aquela zona de forma a abranger toda a área envolvente e os terrenos dos armazéns. Gostaríamos que fosse a Câmara Municipal a definir o planeamento da área a vender e de toda a zona envolvente como é sua obrigação", consideram. Acrescentam ainda que um planeamento efectuado pela câmara para aquele terreno e para a zona envolvente tem duas grandes vantagens: 1º Vai permitir que quem compre saiba com mais rigor o que vai comprar 2º Quem vende saiba com mais rigor o que vai vender. Desta forma ficariam salvaguardadas as áreas brutas de construção, o número de pisos e fundamentalmente o ordenamento urbano daquela zona, o que o CDS de Vagos considera fundamental. Acresce ainda o facto de o grupo municipal do CDS de Vagos já ter deixado claro esta sua posição, ao votar contra a proposta apresentada pela Câmara de Vagos na sua última Assembleia Municipal. O CDS propôs na altura, em nome "da transparência e do próprio ordenamento da vila", a retirada do ponto referente da ordem de trabalhos, sugerindo que a Câmara fizesse primeiro um estudo urbanístico para aquela zona a ser tido em consideração nas condições de venda e que só depois então voltasse a ser discutido pela Assembleia. A proposta não foi aprovada. Dina Ribeiro rematou o assunto considerando que a venda efectuada com base apenas no Plano de Urbanização deixa ao comprador a liberdade de definir o que pretende para aquele local situado no centro urbano da Vila de Vagos e que um estudo urbanístico para aquela zona traria mais clareza ao processo de venda, além de melhorar o ordenamento da área em causa e zona envolvente", aditou. Fonte: Nota de Imprensa_1 - Assessoria de Imprensa CDS-PP
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13/2/2009
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QUANDO O VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA DE VAGOS DÁ TIROS NOS PÉS… DO PRÓPRIO PRESIDENTE.
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O Sr. Presidente da Câmara acusa a oposição de ser “demagógica e de dizer disparates”, mas nunca o demonstrou, concretizando. Ironicamente, vemos agora que os disparates vão-se alastrando ao seio do executivo, nomeadamente: 1- Quando o Sr. Vice-Presidente da Câmara afirma, numa entrevista à rádio Vagos FM, que “mais de 90% das pessoas que residem na Vila de Vagos nunca pagaram saneamento”, demonstra que desconhece que nem 70% da Vila está coberta de saneamento e que desses eventuais 70% nem 50% estarão ligados à rede e portanto, não têm que pagar nem o ramal de ligação nem a respectiva taxa de saneamento. 2- Quando o Vice-Presidente afirma que “estamos a fazer o que outros não fizeram” só pode estar a referir-se ao mandato do executivo 2001-2005 liderado pelo Dr. Rui Cruz. Senão vejamos: a rede de esgotos da Praia da Vagueira, Z.I. Vagos e Vagos apenas começaram a ser tratados e ligados à SIMRIA em 2003 e portanto só nessa altura seria possível proceder ao trabalho que o actual executivo está a fazer. Acresce referir que já em 2003 o executivo dispunha de um regulamento de águas e saneamento, aprovado em 1999 com os votos favoráveis do PSD, isto no mandato 1997-2001 liderado pelo Dr. Carlos Bento. 3- Como não há dois sem três, o Sr. Vice-Presidente disse também na referida entrevista que muitas pessoas “estão ligadas de forma ilegal, com conhecimento dos serviços da Câmara e dos políticos, que até agora taparam os olhos” – ora aí está uma curiosa apreciação aos serviços camarários e ao seu próprio Presidente! 4 – Concluindo: se alguém tapou os olhos e permitiu essas ilegalidades numa altura em que tinha condições e mecanismos para as resolver, foi o executivo do Dr. Rui Cruz no seu primeiro mandato. 5 – Entende o CDS de Vagos que, relativamente ao pagamento dos ramais de saneamento, este não faz sentido quando: - o serviço de saneamento não é prestado, em urbanizações em que os ramais foram executados pelos promotores (independentemente de ter sido a própria câmara a urbanizar) e quando foram executados por particulares. Curiosamente, como aqui se comprova, é a oposição que defende os Vaguenses (e não a Câmara) evitando que estes paguem cerca de 200 Euros quando não for justo e tudo por uma actuação incompetente do actual executivo. A Comissão Política dos CDS de Vagos
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13/2/2009
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CDS FOI O PARTIDO MAIS PRODUTIVO NO PARLAMENTO
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O CDS-PP foi o partido com mais projectos de lei apresentados (50), mais do que as propostas entregues pelo Governo no Parlamento (43) durante a sessão legislativa, em que foram aprovadas 46 leis. Os deputados do CDS foram igualmente, os que mais produziram Projectos de Resolução, 48 no total. Igualmente, nas perguntas ao Governo (778) e em requerimentos (767) feitos aos diferentes órgãos da Administração Pública, os deputados democratas-cristãos, estão à frente das restantes bancadas. Nesta sessão legislativa, de 15 de Setembro a 18 de Julho, o Grupo Parlamentar do CDS entregou ainda na mesa da Assembleia 12 pedidos de apreciação parlamentar. Todos estes dados, representam para o líder da bancada o cumprimento da promessa feita em Setembro “de ser uma oposição construtiva que critica e apresenta alternativas de ruptura em relação ao actual estado de coisas”. As propostas, foram inovadoras e corajosas em áreas como a educação, saúde, na política de impostos, no combate aos abusos da administração fiscal e no combate a uma política de segurança errada. Na sessão legislativa de 2007, o Parlamento aprovou 35 leis. De 15 de Setembro ao dia de hoje, realizaram-se 109 reuniões plenárias (uma média de 11 por mês), as 12 comissões parlamentares permanentes reuniram-se 635 vezes (63 reuniões por mês).
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13/2/2009
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CDS VAGOS contesta forma usada pela Câmara no alargamento de vias
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O CDS de Vagos não concorda com a forma de fazer o alargamento de arruamentos urbanos dado que: 1- Não é respeitada a propriedade privada, fazendo-se ocupação da mesma sem autorização expressa dos proprietários, conforme alguns referiram na imprensa falada. 2- A Câmara não usa os meios legais disponíveis para fazer essa ocupação. 3- Pelo vindo a público, as pessoas têm “medo” de se identificarem para denunciarem estes abusos da Câmara. Fica a pergunta: - Será que o controle da liberdade de expressão já passou as fronteiras da oposição, de alguns militantes do PSD e já chegou à população?...
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13/2/2009
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DAMOS VOZ À SUA
VOZ |
Escreva-nos e exponha os seus problemas, insatisfações, denúncias, etc, para que juntos possamos defender a sua causa.
A Comissão Política, o Grupo Municipal e o Vereador dos CDS estão disponíveis para defenderem e esclarecerem as suas causas.
Não hesite e disponha.
Defendemos a participação cívica do Munícipe na resolução dos problemas do nosso Concelho.
Escreva-nos - cds.vagos@gmail.com
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Mensagem do
Presidente |

Caros Amigos:
Ao fim de pouco mais de um ano de
trabalho desta comissão politica não poderíamos estar mais
satisfeitos com os resultados conseguidos, onde reafirmámos
a nossa acção política, restabelecendo assim o necessário
equilíbrio democrático. A nossa sede própria que tanto
desejávamos é exemplo disso e é hoje uma realidade.
Só o CDS pode garantir uma alternativa séria em Vagos,
cabendo por isso uma dupla responsabilidade na sua acção
política: - a defesa dos interesses da população Vaguense e
a garantia do funcionamento democrático dos órgãos locais.
Juntos somos mais fortes e mais eficazes no exercício
político, preparando o próximo embate eleitoral com a
certeza de sermos melhores e de sairmos vencedores.
Como oposição temos estado sempre presentes nos momentos
mais críticos ao actual executivo, mostrando ser sérios e
atentos ao que se passa no nosso concelho. Deixo também
aqui um especial agradecimento ao grupo do CDS na Assembleia
Municipal que exemplarmente se tem dedicado à defesa da
população, assim como também a todos os nossos autarcas
presentes nas Assembleias de Freguesia, defendendo a sua
gente com muito esforço e dedicação.
Mendonça Ramos
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Contacto:
cds.vagos@gmail.com |
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